A dor lombar constitui uma causa freqüente de morbidade e incapacidade, sendo sobrepujada apenas pela cefaleia na escala dos distúrbios dolorosos que afetam o homem.

Dois terços das pessoas a terão pelo menos uma vez em suas vidas, levando-as a um alto índice de absenteísmo, afastamento e/ou aposentadoria pela Previdência Social.

Os pacientes sempre esperam por um diagnóstico mais específico; a maioria deles não se satisfaz apenas com o rótulo “lombalgia inespecífica ou idiopática”; uma receita de analgésico, anti-inflamatório e sessões de fisioterapia.

Em pesquisas feitas com pessoas abaixo dos 50 anos de idade acometidas de dor lombar, em 85% delas foi possível se chegar a uma causa, fazendo uma minuciosa história clínica e um acurado exame físico.

Logo, mais importante do que se ater à ressonância, que é um exame complementar, deve-se procurar uma avaliação detalhada para iniciar o tratamento com o diagnóstico correto da síndrome dolorosa lombar.

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